especiais

Aracy de Almeida - O samba em pessoa

Aracy de Almeida, uma das maiores cantoras da história da música brasileira, tem seu centenário completado em 19 de agosto. João Máximo narra a vida e a carreira da intérprete preferida de Noel Rosa, apresentando alguns de seus grandes sucessos.

especiais

Edu Lobo - Canções e parcerias

Edu Lobo, que está lançando CD, DVD e um livro comemorativos dos seus 70 anos, conversa com Joaquim Ferreira dos Santos sobre as principais parcerias de sua carreira e traça um panorama da MPB nas últimas cinco décadas.

intérpretes

Mônica Salmaso, a emoção nos intervalos do silêncio

Zélia Duncan diz em seu novo programa que Mônica Salmaso é a Nana Caymmi de sua geração. Além de apresentar músicas do CD "Corpo de baile", recém lançado, Zélia passeia por outros momentos da carreira de Mônica.

música é história - batuta na cbn

Pixinguinha

Uma palavra para resumir a música popular brasileira: Pixinguinha. É o que dizia o pesquisador Ary Vasconcelos. Este programa lembra quem foi e o que compôs este gigante.

música do dia

Tente outra vez

Hoje faz 25 anos que morreu Raul Seixas, o primeiro artista a misturar com sucesso o rock com os ritmos brasileiros. Ouvimos aquii "Tente outra vez", de Raul e Paulo Coelho.

grade de programação

programas mais recentes
destacados em vermelho

destaques

equipe ims - alice sant'anna

As misturas de Leonardo Gandolfi

Leonardo Gandolfi, que já fez poesia a partir de um mote policial em "A morte de Tony Bennett", transformou a ideia de um romance espírita em seu novo livro de poemas, "ha!bsburgo", do qual lê trechos na entrevista a Alice Sant'Anna.

clássico

A voz dos anjos

Arthur Dapieve mostra que os contratenores voltaram a fazer sucesso, caso do alemão Andreas Scholl (foto). Nos períodos renascentista e barroco, eles substituíam as vozes femininas, pois mulheres não cantavam nas igrejas.

os batutas

Agostinho dos Santos

Agostinho dos Santos fez sucesso interpretando samba-canção, bossa nova, bolero e até rock. Voz inesquecível em "A felicidade", "Manhã de carnaval" e "Estrada do sol", morreu aos 41 anos. Recordamos parte de suas gravações.

música é história - batuta na cbn

Chiquinha Gonzaga

Chiquinha Gonzaga é o segundo nome da série dedicada aos grandes compositores no Música é História. Libertária na vida, pioneira na obra, criou joias como "Ó abre alas" e "Corta jaca".

instrumental brasileiro

Zé Menezes com participação de Marcello Gonçalves

O multiinstrumentista Zé Menezes, morto no último dia 31 aos 92 anos e autor de sucessos como o tema de "Os Trapalhões", é lembrado por Ricardo Silveira em conversa com o violonista Marcello Gonçalves, que ressalta como ele imprimiu seu estilo em tudo o que tocava.

a canção no tempo

1972

Foi o ano de "Acabou chorare", "Clube da Esquina", "Fa-tal" e outros grandes discos, como o de Elis Regina cantando "Águas de março" e "Nada será como antes". Este programa relembra a safra 1972.

música é história - batuta na cbn

Ernesto Nazareth

O "Música é História" inicia série dedicada aos grandes compositores brasileiros. O primeiro é Ernesto Nazareth, autor de "Odeon" e pioneiro na criação de uma música popular nacional.

batuta na flip

Juan Villoro

O escritor e jornalista mexicano Juan Villoro encantou o público da Casa do IMS na Flip com uma aula sobre os múltiplos sentidos ocultos de "Crônica de uma morte anunciada", de Gabriel García Márquez.

batuta na flip

Cacá Diegues

A nostalgia deu o tom do segundo encontro de sábado na Casa do IMS na Flip, no qual o cineasta Cacá Diegues rememorou, em conversa com Rodrigo Lacerda, sua amizade com João Ubaldo Ribeiro, morto em julho de 2014. Ele explicou sua admiração por "Viva o povo brasileiro".

batuta na flip

José Luiz Passos

Esbanjando carisma, o escritor e professor José Luiz Passos mostrou na Casa do IMS na Flip, em entrevista a Antônio Xerxenesky, como sua ficção foi moldada pelas inúmeras releituras de "Otelo", de Shakespeare.

batuta na flip

Graciela Mochkofsky

Graciela Mochkofsky, uma das mais importantes repórteres argentinas, expôs na Casa do IMS na Flip, para João Gabriel de Lima, as complexas relações entre jornalismo e política que vigoram em seu país.

batuta na flip

Almeida Faria

O escritor português Almeida Faria declarou na Casa do IMS na Flip sua paixão por "Grande sertão: veredas", de Guimarães Rosa, e contou a Samuel Titan Jr. sobre a origem de sua peculiar amizade com Raduan Nassar.

batuta na flip

Paulo Mendes da Rocha

“Precisamos inventar a cidade!”, exclamou o arquiteto Paulo Mendes da Rocha em conversa com Flávio Pinheiro sobre diversos tópicos (de transporte público à educação dos filhos) na Casa do IMS na Flip.

batuta na flip

Sérgio Augusto

Sérgio Augusto conversou na Casa do IMS na Flip com Samuel Titan Jr. sobre "A educação sentimental", de Flaubert. Para o jornalista, é "o grande romance sobre o fracasso".

batuta na flip

Jorge Edwards

O escritor chileno Jorge Edwards, autor de "A origem do mundo", detalhou na Casa do IMS na Flip sua admiração pelo compatriota Pablo Neruda, de quem foi amigo. Ele narrou casos vividos ao lado do grande poeta.

batuta na flip

Antonio Prata

O cronista Antonio Prata levou às gargalhadas a plateia da Casa do IMS na Flip contando a Paulo Roberto Pires seus encontros com Campos de Carvalho, um de seus autores favoritos - e dos mais misteriosos.

batuta na flip

Gregorio Duvivier

Gregorio Duvivier, na abertura da programação da Casa do IMS na Flip, explicou por que a leitura de "O estrangeiro", de Albert Camus, foi tão importante em sua formação. E destaca que o livro é um libelo contra a pena de morte.

literatura em voz alta

Paulo Autran lê Erico Verissimo

O ator Paulo Autran foi célebre intérprete de textos literários, em palcos ou no rádio. Neste programa ouvimos em sua voz o conto "As mãos de meu filho", do escritor Erico Verissimo. Os acervos de Paulo Autran e de Erico Verissimo estão no IMS.

equipe ims - paulo roberto pires

A morte de um escritor

João Ubaldo Ribeiro, Ariano Suassuna e Nadine Gordimer morreram nos últimos dias. Paulo Roberto Pires destaca que, ao contrário dos que morrem literariamente antes da extinção física, eles tiveram em vida as glórias merecidas e serão imortais graças ao leitor comum.

seleções

As músicas armoriais

A Música Armorial, que unia o erudito ao popular nordestino, foi uma das participações de Ariano Suassuna na cena cultural brasileira. O movimento opunha-se ao tropicalismo, que se inspirava no pop internacional. A Batuta selecionou nove temas armoriais.

jazz

Cortázar, o escritor mais jazz

Julio Cortázar era apaixonado pelo jazz, e a música percorre "O jogo da amarelinha" e outros livros seus. O escritor argentino, cujo centenário se completa em 2014, é lembrado por Reinaldo Figueiredo neste programa com Louis Armstrong, Charlie Parker, Thelonious Monk e outros.

seleções

Músicas para dançar e esquentar o inverno

A discografia brasileira tem bons exemplos de grandes orquestras (Tabajara, Silvio Mazzuca, Waldir Calmon e outras) que levaram décadas de casais para o meio da pista. Joaquim Ferreira dos Santos fez uma playlist dessas big bands para a temporada.

intérpretes

Ro Ro, tipo camicaze, louca samurai

Zélia Duncan diz que a coisa ficou grave em seu novo programa. E rouca também. Angela Ro Ro é a voz da vez. Estão aqui a cantora de "Simples carinho", "Demais" e outras; a compositora de "Mares da Espanha", "Amor, meu grande amor" e muitas mais. "Amy Winehouse é a filha que eu nunca tive", já disse Ro Ro.

equipe ims - bia paes leme

Suíte Retratos, 4º movimento - Chiquinha Gonzaga

Na série dedicada à suíte Retratos, Bia Paes Leme explica o quarto movimento, feito por Radamés Gnattali a partir do "Corta-jaca", de Chiquinha Gonzaga. O programa traz duas versões do "Corta-jaca" e Jacob do Bandolim tocando a peça de Radamés.

documentários /
Música de protesto

Vozes da periferia

As vozes da periferia aparecem na história da música de protesto a partir dos anos 1990, quando grupos como Racionais MC's (foto) e O Rappa lançaram seus primeiros discos sobre o preconceito e a violência nos subúrbios. O jornalista Silvio Essinger explica o fenômeno a Joaquim Ferreira dos Santos.

documentários /
Música de protesto

O rock de combate

Antes, com a ditadura, era mais fácil identificar o bem e o mal, e tomar partido. Com a democracia dos anos 1980, o rock de combate escolheu como inimigos a violência policial, os políticos corruptos, as injustiças sociais. Tony Bellotto, dos Titãs, estava lá e conta a Joaquim Ferreira dos Santos como foi a história da música de protesto na década. É o sexto capítulo da série.

documentários /
Música de protesto

A mosca desbundada

A Censura proibia qualquer discurso político, e os compositores inventaram saídas para falar do país. Chico Buarque transformou-se no Julinho da Adelaide. No quinto capítulo da série, Ronaldo Bastos, do Clube da Esquina, explica o criativo protesto dos anos 1970.

documentários /
Música de protesto

Pra não dizer que não falei de festivais

Enquanto os estudantes faziam passeatas nas ruas, os artistas da nova MPB ocupavam os festivais da TV com protestos ora sofisticados, ora panfletários. Geraldo Vandré foi o mais representativo do período, tema do quarto capítulo da série. Joaquim Ferreira dos Santos conversa com o jornalista Hugo Sukman.

documentários /
Música de protesto

Pega, mata e come

O rótulo "música de protesto" nasceu com a geração de Carlos Lyra, Sergio Ricardo, Nara Leão e Edu Lobo. Em meados dos anos 1960, eles usaram canções, da bossa nova aos ritmos nordestinos, para conscientizar o povo contra os militares no poder.

documentários /
Música de protesto

Os pioneiros

A música brasileira sempre fez seu protesto, embora nem sempre com esse rótulo. A insatisfafação já estava nas antigas marchinhas e nos que usaram a seca nordestina como tema, caso de Luiz Gonzaga. O pesquisador Jairo Severiano analisa os pioneiros do protesto com Joaquim Ferreira dos Santos.

documentários /
Música de protesto

As canções de junho de 2013

Os protestos de junho passado foram acompanhados por uma grande produção musical, veiculada principalmente nos meios digitais. Um apanhado delas abre o documentário de sete episódios da Batuta, dirigido por Joaquim Ferreira dos Santos, sobre a canção de protesto no Brasil. Sobrou até para Neymar.

seleções

Chico 70 anos - por Adriana Calcanhotto

Adriana Calcanhotto não achou difícil escolher cinco músicas de Chico Buarque para a série da Batuta pelos 70 anos do compositor. "É totalmente impossível", disse. Enviou seis, incluindo a surpresa "A foto da capa".

seleções

Chico 70 anos - Por Luis Fernando Verissimo

Luis Fernando Verissimo escolheu quatro canções como suas favoritas de Chico Buarque e acrescentou um quinto título: "todas as outras". Duas parcerias com Edu Lobo, "Sobre todas as coisas" e "A moça do sonho", estão na lista.

seleções

Chico 70 anos - Por Fernanda Torres

A atriz e escritora Fernanda Torres é a primeira das dez pessoas convidadas pela Batuta para escolher suas canções favoritas de Chico Buarque, que completa 70 anos no dia 19. Ela abriu sua lista com "Desalento". Veja quais são as outras.

documentários

Lúcio Rangel e o jazz

O documentário de João Máximo sobre Lúcio Rangel se encerra com a paixão do crítico e pesquisador pelo jazz, embora fosse um defensor radical da música brasileira. Os pioneiros, como Louis Armstrong e seu Hot Five (foto), eram seus favoritos.

documentários

Lúcio Rangel e o choro

Lúcio Rangel considerava o choro um irmão do samba. Sua admiração pelo gênero, como mostra João Máximo no terceiro episódio do documentário, começava por Pixinguinha, a quem considerava a maior figura da música brasileira.

documentários

Lúcio Rangel e o samba 2

No segundo capítulo do documentário sobre Lúcio Rangel, João Máximo mostra os cantores preferidos do crítico, como Sílvio Caldas, Elizeth Cardoso (juntos na foto), Aracy de Almeida e Moreira da Silva.

documentários

Lúcio Rangel e o samba 1

O crítico e pesquisador Lúcio Rangel, cujo centenário se completa neste ano, era um profundo conhecedor e amante de samba, choro e jazz. O primeiro dos quatro capítulos do documentário realizado por João Máximo é sobre os compositores de samba preferidos de Lúcio, como Sinhô, Cartola e Noel Rosa.